quarta-feira, 6 de maio de 2015

Que tal visitar este lugar incomum? A Antártica não é lugar só de Pinguins.

Este lugar que para muitos no planeta pode ser considerado inóspito, esconde mais coisas do que o mundo imagina. Hoje eu vou falar sobre um pouco de cada coisa que existe por lá.

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Conheça a Antártica
Apesar de ser o continente menos povoado e de estar coberto por uma espessa camada de gelo, considerada a mais extensa da Terra, é possível praticar o turismo ecológico, fazer um cruzeiro marítimo e sobrevoar o continente em aeronaves que se dedicam a realizar voos com esse propósito.

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A Antártica também é conhecida por Antártida ou Antárctica. Todas as opções estão corretas. Antártida (com “d”) é o termo usado em alguns países, como Argentina, França e Itália. O Programa Antártico Brasileiro utiliza a opção com “c”, devido à origem do nome grego “Arktos” que originou o continente. “Antarktikos” é o oposto de ártico (Arktos). Em grego “Arktos” significa Urso. O nome foi utilizado de acordo com a constelação hemisfério celestial norte, a Ursa Maior.

A Antártida é o mais meridional dos continentes e tem 14 milhões de km². O continente só não fica coberto de gelo em algumas áreas nas cadeias montanhosas no norte da Península Antártica. É, portanto, o maior deserto do planeta. Mesmo assim o turismo a esta região cresce anualmente.

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A população da Antártica não é permanente. Sua população varia entre mil e quatro mil pessoas (cientistas e pessoal de apoio) nas bases polares e recentemente a Antártica começa a explorar o seu potencial turístico. Aproveite, mas não esqueça os casacos.

A Antártica

Como não há povos nativos da Antártida, a história da Antártida é a história da sua exploração. É muito provável que os primeiros a visitá-la tenham sido os povos vizinhos ao continente: os povos Aush da Terra do Fogo, por exemplo, falam sobre o “país do gelo” e um chefe maori de nome Ui-Te-Rangiora teria atingido a região em 650 d.C. No entanto, esses povos não deixaram vestígios de sua presença.

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A crença na existência da Terra Australis — um vasto continente localizado ao sul com a finalidade de balancear o peso da Europa, Ásia e África — foi proposta por Ptolemeu e Aristóteles na Grécia Antiga. Por isso, a inclusão nos mapas de uma grande massa de terra ao sul era comum em mapas do século XVI. Mesmo no final do século XVII, com o conhecimento de que a América do Sul e a Austrália não faziam parte da Antártida, os geógrafos acreditavam que o continente fosse muito maior do que é na verdade. A situação permaneceu assim até a expedição de James Cook.

Até o final do século XIX, no entanto, a Antártida não havia sido estudada de forma exaustiva e a ocupação humana limitava-se às ilhas subantárticas. Com os dois Congressos Internacionais de Geografia, realizados no final do século, a situação começou a mudar e diversos governos europeus, além dos Estados Unidos, patrocinaram exploradores.

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Sobressaem-se a disputa entre Roald Amundsen e Robert Falcon Scott pela conquista do Polo Sul e a posterior tentativa de Ernest Henry Shackleton de atravessar o continente. Recentemente, após o Tratado da Antártida, 27 países mantêm bases científicas e mais cientistas realizaram expedições.

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Clique para ter acesso ao mapa ampliado.

Divisões Políticas da Antártida.

Revindicações territoriais da Antártida estão presentes no continente antártico desde a sua descoberta no século XIX e ao longo do século XX. Várias nações revindicaram territórios, o tema deu origem ao Tratado da Antártida.

Atualmente há sete nações revindicantes que mantém uma revindicação territorial em oito territórios na Antártida . Estes países procuraram instalar bases de observações científicas e estudos nos territórios revindicados.

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Infográfico em inglês. Clique para ter acesso

A União Soviética e os Estados Unidos fizeram reservas às restrições a novas revindicações e os Estados Unidos e a Rússia declararam seus direitos de fazer revindicações no futuro, se assim desejarem. O Brasil mantém a Estação Antártica Comandante Ferraz (a Base Antártica Brasileira).

Houve uma teoria brasileira para a delimitação de territórios usando meridianos, que daria territórios à Argentina, ao Uruguai, ao Peru e também ao Equador.

A reivindicação brasileira, também chamada de Teoria da Defrontação, foi proposta por Therezinha de Castro e Delgado de Carvalho, e nunca foi reconhecida pelo governo, apesar de ter tido razoável aceitação entre círculos militares. O Brasil jamais fez uma reivindicação territorial e por um lado porque isso traria um desnecessário conflito com argentinos e britânicos, que reivindicam o setor proposto por Castro e Carvalho, e por outro, porque a Teoria da Defrontação não tem o menor fundamento jurídico (pois chegava inclusive a invocar o Tratado de Tordesilhas em seus argumentos). Esse erro é recorrente e cria toda uma teoria de conspiração, o que não colabora com a posição brasileira no Sistema do Tratado da Antártica.

Em geral, revindicações territoriais abaixo do paralelo 60° sul somente tem sido reconhecidas entre os países que já possuem revindicações na área. Contudo, revindicações frequentemente são indicadas em mapas da Antártida – o que não significa o reconhecimento de jure.

Todas as áreas revindicadas exceto a Ilha de Pedro I  são setores, os quais os limites são definidos por graus de longitude. Em termos de latitude, os limites ao norte de todos os setores é o paralelo 60° sul, que não corta nenhuma porção de terra, continente ou ilha, e também é o limite norte do Tratado da Antártida. Os limites ao sul de todos os setores se encontram em um ponto, o Pólo Sul. Somente o setor norueguês é uma exceção: a revindicação original de 1930 não especifica os limites norte e sul, sendo que seu território somente é definido por limites a leste e a oeste.

Estação Antártica Comandante Ferraz

A Estação Antártica Comandante Ferraz (EACF) é uma base antártica pertencente ao Brasil localizada ilha do Rei George, a 130 quilômetros da Península Antártica, na baía do Almirantado, na Antártida.

O nome da estação homenageia Luís Antônio de Carvalho Ferraz, um comandante da marinha brasileira, hidrógrafo e oceanógrafo que visitou o continente antártico por duas vezes a bordo de navios britânicos. Ferraz desempenhou importante papel ao persuadir o Brasil a desenvolver um programa antártico (o PROANTAR).

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Localização da base de pesquisa Brasileira.

Começou a operar em 6 de fevereiro de 1984, levada à Antártida, em módulos, pelo navio oceanográfico NApOc Barão de Teffé (H-42) e diversos outros navios da Marinha do Brasil. porém foi parcialmente destruída por um incêndio no dia 25 de fevereiro de 2012.

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Após o incêndio, a Marinha abriu um processo de licitação EXCLUSIVO para empresas Brasileiras e NENNHUMA empresa apresentou cotação para o trabalho. Em vista disso, foi aberto mais uma licitação e desta vez 3 empresas internacionais participaram do processo. Pouco após, já no início de 2013 recomeçaram as operações em uma base improvisada no local. Felizmente está previsto para o começo da construção da nova base entre os verões antárticos de 2014/2015 e com o término estimado em 2016/2017. Segue abaixo o Infográfico que mostra o novo projeto da base de pesquisa, já aprovado.

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Clique para maiores detalhes.

Tratado da Antártida

O Tratado da Antártida foi o documento assinado em 1 de dezembro de 1959 pelos países que reclamavam a posse de partes continentais da Antártida, em que se comprometiam a suspender suas pretensões por período indefinido, permitindo a liberdade de exploração científica do continente, em regime de cooperação internacional.

O tratado possui um regime jurídico que estende a outros países, além dos 12 iniciais, a possibilidade de se tornarem partes consultivas nas discussões que regem o “status” do continente quando, demonstrando o seu interesse, realizarem atividades de pesquisa científica substanciais.

A área abrangida pelo Tratado da Antártida situa-se ao sul do paralelo 60 S, e nela aplicam-se os seus 14 artigos, que consagram princípios como a liberdade para a pesquisa científica, a cooperação internacional para esse fim e a utilização pacífica da Antártida, proibindo expressamente a militarização da região e sua utilização para explosões nucleares ou como depósito de resíduos radioativos.

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Pinguins

Nada melhor do que falar sobre eles que inclusive merecem um dia no ano inteiramente para eles. O dia 25 de abril foi escolhido como sendo o dia mundial dos pinguins. Porém, observar o ciclo de vida dos pinguins da Antártida é extremamente difícil: o clima extremo e a localização remota de muitas colônias acabaram fazendo com que estudos científicos contínuos só tenham sido realizados em alguns locais.

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Mas como algumas das populações de muitas espécies, como o pinguim-de-barbicha (Pygoscelis antarctica) e o pinguim-de-adélia (Pygoscelis adeliae), estão em rápido declínio, os cientistas precisavam de novas maneiras de estudar essas aves e as ameaças que elas enfrentam.


    Para resolver o problema, no ano passado, pesquisadores da Universidade de Oxford, na Grã-Bretanha, e da Divisão Antártica Australiana instalaram câmeras automáticas por todo o continente antártico e subantártico e gravaram cada minuto da temporada de acasalamento em várias colônias diferentes.

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    Quase 200 mil imagens foram produzidas e precisavam ser analisadas cuidadosamente. Tarefa prontamente adotada por 1,5 milhão de voluntários que viram as fotografias na internet: eles ajudaram a fazer uma contagem dos pinguins, assim como de seus filhotes e seus ovos, e reportaram comportamentos estranhos ou surpreendentes, em um projeto coletivo chamado Penguin Watch.

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    Além de avaliar a saúde de cada colônia individualmente, os cientistas conseguiram usar as informações coletadas para realizar várias novas descobertas.
    Uma delas foi que certos grupos de pinguins usam suas fezes (ou guano) para derreter o gelo do solo antes do que seria desaparecimento natural.
    Os pesquisadores também observaram várias pombas-antárticas (Chionis alba) cercando as colônias de pinguins no inverno, apesar de até então se acreditar que essas aves migravam para a América do Sul nessa época.


      Agora, mais 500 mil novas imagens de pinguins foram divulgadas no ultimo Dia Mundial do Pinguim, que foi 25 de abril.

      Além disso, os cientistas também continuam a instalar novas câmeras na região.

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      “Esperamos que essas novas câmeras revelem a frequência com que os pinguins alimentam seus filhotes e quanto tempo eles têm para chegar ao mar para se alimentar, nas diferentes regiões do continente”, afirma Tom Hart, líder da pesquisa na Universidade de Oxford.
      “Até agora, isso só era possível instalando GPS nos pinguins. A expectativa é que, ao desenvolvermos um método não invasivo, consigamos rastrear pinguins em todo o Oceano Austral sem que os pesquisadores perturbem os animais”, explica.
      As informações obtidas a partir das fotos vão ajudar os cientistas a entender o que os pinguins fazem no inverno, como as mudanças climáticas e a atividade humana afetam sua procriação e sua alimentação, e por que algumas colônias e espécies estão lutando para sobreviver enquanto outras estão prosperando.

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      “O problema é que os pinguins enfrentam desafios diferentes em todas as suas espécies, o que pode ser resultado das mudanças climáticas, da pesca ou de outra interferência humana direta”, diz Hart.
      “As câmeras em time-lapse revolucionaram nossa capacidade de recolher dados vindos de um grande número de locais simultaneamente. Monitorar mais regiões e comparar aquelas onde a atividade pesqueira é maior com onde ela é menor, por exemplo, vai nos permitir entender quais dessas ameaças estão modificando as populações e como podemos mitigá-las.”
      Os cientistas também esperam usar o trabalho dos voluntários para “ensinar” um computador a contar os pinguins com precisão e a identificar indivíduos de diferentes espécies.

      Realmente as Time Lapse viraram referência para capturar momentos durante alguns dias, meses, e até anos. Vejam abaixo algumas registradas na Antártida.

      Quer ver mais e mais de perto?

      O Lago Vostok

      Invisível a olho nu, o lago Vostok abriga um ecossistema único, repleto de oxigênio com níveis 50 vezes superiores aos de água doce comum. Para estuda-lo, pesquisadores estão perfurando o gelo antártico em uma exploração fundamental para o estudo da mudança climática na Terra.

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      A expedição russa chegou ao continente gelado em 28 de novembro de 2010 e levou mais de um mês somente para preparar os equipamentos e analisar as mudanças observadas no gelo.

      “Já estamos a 3736 metros de profundidade e devem faltar entre 10 e 50 metros para chegar ao lago”, disse Valery Lukin, subdiretor do Instituto de Pesquisas Árticas e Antárticas da Rússia, com sede em São Petersburgo. Segundo o cientista, o método empregado para calcular a profundidade se baseia na análise sísmica e na radiolocalização, com margem de erro estimada em 20 metros.

      Embora a profundidade exata seja desconhecida, Lukin acredita que a superfície do Vostok seja alcançada nas próximas semanas.

      No ano passado, o perfurador superou 70 metros de gelo grosso em menos de um mês, mas os trabalhos tiveram que ser suspensos em novembro, quando o aumento da pressão e a diminuição das temperaturas obrigaram a paralisação das máquinas.

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      Infográfico em espanhol.

       

      Para os pesquisadores russos, os resultados da exploração do lago Vostok serão fundamentais para o estudo da mudança climática na Terra durante os próximos séculos. Segundo as pesquisas, o local é único e abriga um ecossistema que está repleto de oxigênio com níveis 50 vezes superiores aos de água doce.

      “A água do Vostok é provavelmente a mais pura e antiga do planeta”, disse Lukin. “Não temos provas concretas, mas dados indicam que a superfície é estéril, embora nas áreas mais profundas possa haver formas de vida adequadas às condições extremas, como os termófilos e extremófilos”.

      Localizado a cerca de 4 mil metros de profundidade no centro da Antártida, o lago Vostok tem cerca de 300 quilômetros de comprimento por 50 km de largura. Em algumas áreas sua profundidade atinge aproximadamente 1 km.

      Sua superfície é de 15690 km quadrados, equivalente ao lago Baikal, localizado na Sibéria e considerado o maior reservatório de água doce do mundo.

      Graças ao seu peculiar enquadramento geográfico, o lago permaneceu desconhecido por muito tempo e só foi descoberto em 1957 por cientistas russos, mas apenas em 1996 se descobriu a sua verdadeira extensão.

      O lago permanece como uma das últimas zonas por explorar do planeta Terra e devido ao seu isolamento da atmosfera, presume-se que sua água esteja aprisionada há pelo menos 1 milhão de anos.

      Também existem mistérios não explicados sobre o lago Vostok.

      Anomalia Magnética

      Um dos grandes mistérios deste lago é a descoberta de grandes objetos de metal de origem desconhecida. Por agora você não pode saber com certeza se a anomalia magnética do Lago Vostok é uma origem natural ou artificial.

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      Desde 2001, um grupo de cientistas norte-americanos começaram a voar sobre o Lago Vostok em baixa altitude, a fim de estudar a atividade magnética que ocorre lá. Durante esses sobrevôos, uma forte anomalia magnética foi descoberta na parte sudeste do lago. A discrepância foi estimada em 1,000 nanoteslas, uma quantidade enorme, cujas causas foram e continuam desconhecidos. Outra característica da anomalia é sua amplitude extraordinária medida que se estende cerca de 166 quilômetros quadrados.

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      Inicialmente, houve uma tentativa para explicação da anomalia magnética por causas naturais.

      Michael Studinger, da Universidade de Columbia, disse que a crosta é provávelmente muito fina no fundo do lago. Portanto, a proximidade do manto poderia causar um aumento na atividade magnética. Já o geólogo Ron Nicks explicou exatamente o contrário: a magreza da crosta e do manto, poderiam causar o aquecimento devido a proximidade da própria crosta e isso poderia reduzir a atividade magnética em vez de aumentá-la.
      Já segundo o professor Thomas Gold (revista Nexus Austrália), a anomalia poderia ser causada por uma concentração excepcional de xénon, árgon e metano, que existiria apenas no manto.

      Existem até histórias altamente elaboradas supondo que tal anomalia teria um tamanho equivalente ao de uma cidade e que abaixo de tanto gelo pudesse estar escondida a cidade de Atlântida e toda sua civilização.

      Veja agora um vídeo em espanhol que fala sobre o fato.

      Piramides na Antártica

      Outro mistério que ronda a região…

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      Sem mais nenhuma informação acerca do fato, só é dito que um grupo de pesquisadores encontrou três piramides enquanto realizavam uma expedição para um dos pontos mais próximos do polo sul. Segue abaixo um vídeo (em inglês com imagens)

      E aí? O que acha?

      Não são bons motivos para visitar o continente gelado? rs



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      terça-feira, 5 de maio de 2015

      Apple divulga desenhos técnicos que explica como criar pulseiras para o Watch.

      É natural o envolvimento de empresas third party em criação de acessórios para os Gadgets criados. Isso envolve bases de carregamentos, películas protetoras, carregadores, e no mais recente cenário atual da tecnologia pulseiras para os relógios inteligentes e outros acessórios smart wearables.

      No caso da Apple não é diferente e somente no caso do Watch está chegando ao nível do descontrole total. Além de pulseiras já foram criadas vários gadgets que prometem ajudar o Watch em alguns momentos do dia.

      Vejamos alguns exemplos abaixo.

      Pulseiras personalizadas já rolam por aí mundo a fora…

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      Nomad Pad uma bateria portátil para carregamento sem fio.

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      Bumper by action proof uma espécie de case para condições extremas.

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      Var Cyclip uma especie de dock para o Apple Watch que pode ser usado em motos e bicicletas.

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      Time Travel Case for Apple Watch uma case com uma mistura de couro e nylon balístico no estilo retro para seu Apple Watch.

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      DodoStand Charging Stand é uma base para carregamento do relógio inteligente.

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      Roll Up Kit uma carteira exclusiva para Apple Watch, seu carregador e pulseiras extras.

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      Rest Composure Dock um dock de carregamento para o Apple Watch com acabamento em madeira

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      E chegamos ao mais produtivo gadget possível criado.

      O Reserve Strap uma pulseira que tem bateria extra e também um carregador sem fio embutido.

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      O problema começa a tomar forma quando esta mesma empresa lança um conceito no mercado para o uso de uma porta de conexão que existe no Apple Watch mas que sequer a própria Apple ainda não divulgou publicamente sua real funcionalidade.

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      O Watch esconde um conector de 6 pinos que fica escondido dentro de um compartimento onde a pulseira se conecta ao relógio.
      A Reserve Strap é uma pulseira que conta com baterias integradas que podem fornecer energia ao relógio por mais tempo. A ideia da empresa era estender a duração da bateria do aparelho com uma espécie de carregador sem fio, mas quando a equipe de engenheiros da companhia analisou o produto, descobriu a porta secreta.

      “Nossos engenheiros foram capazes de confirmar de forma independente que a porta de 6 pinos pode ser usada para carregar,” explica a Reserve Strap em seu site. “Vamos aproveitá-la usando um conector simples e retrátil em vez do projeto de carregamento indutivo anterior”.

      Apesar de não estar acessível aos usuários, a empresa afirma que a pulseira virá com uma ferramenta capaz de realizar a tarefa.

      A resposta da Apple

       

      Muito provavelmente devido ao fato citado acima, a Apple decidiu criar um procedimento para padronizar o processo de criação das muitas pulseiras que já foram criadas e também para as pulseiras que poderão ser criadas.

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      E também a fim de impulsionar mais ainda a diversidade, a companhia sediada nos Estados Unidos da América ‘receberá de braços abertos’ as fabricantes de acessórios que quiserem se aventurar e criar bandas ao smartwatch com a maçã estampada em sua traseira, disponibilizando um extenso guia técnico para facilitar a elaboração de novas opções.

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      Em seu site oficial, especificadamente na guia de recursos do Apple Watch, a empresa norte-americana publicou um arquivo em formato PDF com todas as informações necessárias para os interessados iniciarem o desenvolvimento de suas próprias pulseiras, fornecendo as medidas e os formatos de cada entrada no pequeno aparelho, seja o modelo de 38 ou 42 milímetros. (Veja o documento clicando aqui)
      PS: O conector de seis pinos que está escondido no corpo do dispositivo diminuto não apareceu nenhuma vez nos documentos, nem mesmo a citação de existência nos planos de trabalho.

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      Guias técnicos para o desenvolvimento de novas pulseiras Apple Watch. Clique para ver a imagem em tamanho original.

       

      Interessantemente, a Apple também disponibilizará um programa próprio para os fabricantes licenciados colocarem suas criações à mostra. O conector de seis pinos, que poderia ser utilizado até para a conexão a uma bateria externa em forma de pulseira, parece estar fora dos limites proposto pela Maçã aos produtores de acessórios, então a possibilidade de estender a autonomia do relógio inteligente deve ser ignorada, pelo menos por enquanto. Atualmente, o gadget vestível com o iOS modificado ainda não está presente no Brasil, então podemos observar à distância seu desempenho comercial.

      E aí? Que tal desenvolver novas pulseiras para o Apple Watch? rs



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      Você é um daqueles que aproveita o volante para usar o celular? Chegou o RayGo!

      RayGo é um novo produto que pretende diminuir o número de acidentes ligados a motoristas imprudentes que utilizam os seus celulares durante o trânsito. A ideia é ter um dispositivo que faça com que os olhos do motorista fiquem focados o tempo todo na estrada e não sejam comprometidos com as mensagens do Smartphone.

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      O RayGo foi lançado no site de crowdfunding Indiegogo, e atingiu em Março a sua proposta de 30 mil dólares. A ideia era desenvolver uma tecnologia que permitisse que os motoristas interagissem de forma plena com seu celular, sem comprometer a sua capacidade de direção. Para isso, a empresa se juntou a uma equipe de desenvolvedores de aplicativos para pessoas com deficiência visual, se valendo da experiência na área para criar modelos de interação que não dependessem da visão. Este projeto se chamou Project Ray.

      Algumas pessoas podem argumentar sobre a necessidade de se dirigir e mexer com o celular, mas o fato é que as pessoas continuarão a fazer isso (pesquisas dizem 45% das pessoas lêem mensagens e dirigem ao mesmo tempo, enquanto 37% respondem estas mensagens). Por esta razão, qualquer coisa que ajude os outros a se colocar menos em risco neste processo poderá ser útil.

      Basicamente, o RayGo é um pequeno teclado com um direcional que você coloca diretamente no seu volante. Ele possui uma conexão via bluetooth com o celular e pode ser utilizado para você ter acesso a alguns controles básicos enquanto dirige. O pequeno dispositivo é utilizado em conjunto com um aplicativo no seu celular, que passa a ler em voz alta todos os diferentes serviços de mensagens que você está inscrito.

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      Você pode responder as coisas falando, ou usando respostas pré prontas que dizem que você está dirigindo. A leitura dos conteúdos e todas as suas opções do que fazer são faladas para você de forma clara, e você tem a chance de percorrer por elas com o pequeno controle no volante ou através de voz.

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      Outra coisa interessante é que aplicativo consegue detectar momentos mais intensos em termos de trânsito, graças ao giroscópio no controle do volante. Desta maneira, toda vez que você está em uma curva mais acentuada, ou manobrando, o aparelho pausa o seu celular para que você não seja distraído.

      Bom…
      Melhor que ler, é ver…

      Assista aqui o vídeo de apresentação do produto.

      O RayGo tem muito potencial, e precisamos torcer para que este tipo de produto chegue ao mercado brasileiro, uma vez que também tenhamos um problema de acidentes causados pela interação com os celulares ao volante.



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      quinta-feira, 30 de abril de 2015

      Quer adrenalina para sua vida? Visite Dubai

      Dubai é bem conhecida por seus prédios ridiculamente altos. Mas você teria coragem de pular do topo de um dos maiores arranha-céus de lá?

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      Um trabalho conjunto das empresas SkydiveDubai, XDubai e DreamJump permitiu a alguns poucos felizardos ter essa chance: realizar um salto de base jump da Princess Tower, o maior prédio residencial do mundo, com nada menos do que 414 metros de altura.

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      Como resultado, temos o vídeo que você pode conferir logo acima. Nele, temos pessoas pulando de tudo o que é jeito – sozinha, em grupo, dando piruetas, de cabeça para baixo, em pirâmide, de tirolesa… Pois é, temos um pouco de tudo na gravação, que exibe os saltos tanto à distância quanto em “primeira pessoa”, com o uso de câmeras GoPro.

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      Vale notar, é claro, que esses foram apenas alguns dos saltos registrados, sendo que, no total, foram feitos 558 deles no espaço de alguns dias, segundo a XDubai.

      Vejam aqui um vídeo que mostra isso. (Resolução 4k disponível.)



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      terça-feira, 28 de abril de 2015

      Vamos entrar na velocidade de dobra Sr Sulu? Claro capitão Kirk! A Velocidade de dobra foi DESCOBERTA!

      Ainda não é nada confirmado, mas esta pode ser uma das maiores descobertas da história. A NASA pode ter acidentalmente criado uma bolha de dobra espacial, conhecida como “warp bubble”, que pode criar um campo capaz de transportar objetos mais rápido que a luz (sem quebrar a lei da relatividade, que impede que algo viaje mais rapido que a luz (calma, você vai entender)).

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      Os cientistas da NASA que trabalham em um projeto chamado EmDrive acidentalmente descobriram algo que vai enviar os viciados em ficção científica em um frenesi. A possibilidade de um motor de dobra da vida real foi colocado como uma possibilidade real, graças a leituras que indicam que a câmara de ressonância da EmDrive enviaram feixes que viajam mais rápido do que a velocidade da luz, o que seria considerado uma velocidade impossível. Os pesquisadores têm considerado a possibilidade de viajar mais rápido do que a velocidade da luz, mas, até o recente estudo da NASA, a proeza nunca tinha sido alcançada.

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      A dobra espacial

      Velocidade de dobra foi um conceito inserido pelos filmes de ficção cientifica Star Trek, onde naves podiam viajar mais rápido que a luz, o que foi sempre visto como impossibilidade pela comunidade científica pois a lei da relatividade proíbe tal ocorrência.

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      Esta teoria poderia ser explicada pela seguinte imagem abaixo.

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      Vamos usar os três estágios de deslocamento descritos na imagem acima com as barras verticais sendo caracterizados como tecido espaço tempo no vácuo.
      No primeiro existe o deslocamento em uma velocidade padrão ainda não consideraremos a dobra.
      No segundo estágio existe a dobra, o que encurta o espaço tempo a frente e expande o espaço tempo atrás.
      E no terceiro estágio existe a dobra em perfeita execução.
      Para a desaceleração da dobra, poderíamos reverter o quadro e o terceiro estágio se tornaria o primeiro.


      Como não tenho uma imagem que demonstre o fato, vou tentar por aqui mesmo usando caracteres.

      Saída da nave em velocidade normal:
      espaço tempo       nave
      |  |  |  |  |  |  |  |  |  |  | (|*_) |  |  |  |  |  |  |  |
      Aceleração na Velocidade de dobra :
      |    |    |    |    |    |    |    |    |    |    | (|*_) |||||||||
      Compressão do espaço tempo a frente e expansão atrás
      Desaceleração na Velocidade de dobra :
      |   |   |   |   |   |   |   |   |   | (|*_) |||||||||
      Retorno da nave em velocidade normal:
      |  |  |  |  |  |  |  | (|*_) |  |  |  |  |  |  |  |


      Com o Hype criado sobre a velocidade de dobra em Star Trek, o físico Mexicano Miguel Alcubierre chegou a propôr um modelo matemático teórico que criava um método de alongamento do espaço em uma onda que, em teoria, poderia fazer com que o tecido do espaço à frente de uma nave espacial se contraia, enquanto que o tecido que está atrás da nave se expanda.

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      A nave se deslocaria surfando esta onda dentro de uma região conhecida como bolha de dobra, onde as características normais do tecido espaço-tempo se manteriam inalteradas, assim, dentro da bolha, a velocidade da luz continua sendo a velocidade absoluta, não quebrando a teoria da relatividade, mas de fora, a nave estaria se movendo mais rápido que a luz.

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      (mais detalhes sobre o a teoria de Dobra Alcubierre aqui)

      Problema é (era) que a energia necessária para causar tal deformação seria equivalente a energia de bilhões de estrelas. Mas pode ser que a ciência esteja errada, numa magnitude de bilhões de vezes.

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      Mas como podemos ver na imagem acima, a inovação seria o bastante para nos permitir realizar viagens interestelares.

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      O Drive EM

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      Cientistas da NASA, há alguns anos, estão trabalhando em um novo conceito de motor espacial, que não possui partes móveis e não precisa de combustível liquido, um protótipo chamado de “Propulsor de cavidade ressonante RF”, que gera propulsão a partir das micro-ondas geradas por um magnetron inventado pelo engenheiro britânico Roger J. Shawyer. (Para os que acompanham o meu Blog, já falei sobre o EMDrive no ano passado. Vejam aqui os dados sobre este incrível equipamento)

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      Parte da fase de teste do EM Drive da NASA é executar testes ópticos muito especializados. A NASA tem uma ferramenta para medir variações no tempo de viagem de luz. Quando lasers foram disparados através de câmara de ressonância da EmDrive, mediu variações significativas e, mais importante, descobriu que alguns dos feixes apareceram viajar mais rápido que a velocidade da luz. Se isso for verdade, isso significaria que o EmDrive está produzindo um campo de dobra ou bolha de dobra espacial.

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      O efeito foi postado no fórum oficial de engenharia da NASA a pouco tempo, lá onde foi anunciado tal descoberta pela primeira vez, e onde os físicos e engenheiros estão em um debate e histeria interminável, dentre os comentários dos engenheiros do EM Drive, podemos ver:

      “Essa é uma grande surpresa. Esta assinatura (o padrão de interferência) na EmDrive se parece exatamente com uma bolha de dobra. E a matemática por trás da bolha de dobra aparentemente corresponde ao padrão de interferência encontrada no EmDrive”.

      “Parece ter sido uma ligação acidental. Eles estavam querendo saber onde este ‘impulso’ desconhecido poderia estar vindo. Um cientista propôs que talvez seja uma urdidura de dobra do espaço-tempo, que está causando o empuxo.”

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      Agora, tudo o que resta fazer é provar que o efeito da dobra não foi causada pelo aquecimento atmosférico, o teste será repetido em uma câmara de vácuo. Se forem obtidos os mesmos resultados, isso irá significar oficialmente que o EmDrive está a produzir um campo de dobra, como descrito por um dos engenheiros:

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      Isso que poderia levar ao desenvolvimento de um drive de dobra, e então, poderemos ter a maior descoberta do milênio. E eu estarei atento para poder divulgar isto a vocês!



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      Jogos de luta criados pela Square Enix poderiam ser interessantes.

      Após experiências com games de luta no estilo de Final Fantasy Dissidia, a Square Enix mostrou o que parece ser um jogo teste no segmento de Games de luta 2D. Como lutadores para o game foram usados os personagens de Final Fantasy XIV A Realm Reborn.

      No vídeo abaixo eis uma apresentação do que seria um jogo de luta 2D desenvolvido pela Square Enix.
      Um personagem, contra Livia Sas Junius do Império Garlean, um dos mestres mais difíceis de Realm Reborn.

      O vídeo veio de surpresa e parece que foi muito bem recebido. A Square Enix está de parabéns!

      E aí? O que acham?



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      domingo, 26 de abril de 2015

      Apple Watch no Brasil… Vale a pena?

      Como já sabemos, a pré-venda do Apple Watch começou desde o dia 10 de abril. Hoje, dia 26, ele já está “disponível” em nove países. Austrália, Canadá, China, França, Alemanha, Hong Kong, Japão, Reino Unido e Estados Unidos.

      Mas quando o produto chegará ao Brasil? E se vier? quanto custará?

      Blog_Creondai_09Bom…
      Como já é de se esperar, dada a nossa capacidade tecnológica, e prestígio internacional, poderíamos esperar este Apple Watch chegando no Brasil com um pequeno atraso…

      Mas segundo fontes confiáveis do MacMagazine, o lançamento do Apple Watch no Brasil está previsto para julho. Como já sabemos que geralmente a Apple lança seus produtos em Sextas, basta aguardar TODAS as sextas feiras de Julho para podermos ter o Gadget mais querido do mundo em território tupiniquim. rs

      Já sobre os preços, sente-se em um sofá e veja a tabela abaixo com preços estimados do relógio no Brasil conforme tais fontes (Não foram confirmados pela Apple).

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      Se realmente tivermos estes níveis de preços, preparem-se para termos um aumento geral em tudo que se refere a esta tecnologia no País.

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      (*) Considerando: 8,875% de imposto local de Nova York + dólar turismo a R$3,06 + IOF de 6,38% no cartão de crédito.
      (**) Valores estimados para compras parceladas em até 12x. (Conforme fontes MacMagazine.)

      Os valores finais já estão considerando as compras parceladas em até 12 vezes e a grande variação dos preços se deve às diferentes combinações de pulseira e smartwatch, que totalizarão 16 modelos.

      Embora os preços sejam BEM altos, a Apple estaria vendendo bem no Brasil. Maior prova disso, ainda segundo a MacMagazine, é que a Apple planejaria abrir mais duas novas Apple Retail Stores no ano que vem, no Rio e São Paulo.

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      Hoje temos no mercado uma verdadeira guerra corporativa entre a Samsung com seu Tizen e a Google com seu Android Wear disputando o amor de todos os consumidores no mundo. Como anteriormente aconteceu entre os smartphones, computadores, notebooks, placas de vídeo, mídias de armazenamento, agora também será possível acontecer também entre os gadgets vestíveis, ou atualmente Smartwatches. No entanto também temos um novo entrante na disputa. O Apple Watch da Apple.

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      Apple

      A Apple é a mais recente adição ao mercado de smartwatches, e apesar de fisicamente o relógio não cair no gosto de todos, sua plataforma é (aparentemente) muito completa.

      Uma interface cheia de ‘bolhas’, que mostram todos os aplicativos instalados, que é controlada por uma coroa na lateral do relógio, ou pela tela sensível ao toque. A diferença de uso não é muito diferente entre um aplicativo e outro, e isso é importante para a experiência de uso. A Apple ainda não mostrou todo o potencial dessa interface. Por enquanto, sabemos que podemos receber notificações a partir do smartphone, responder mensagens, realizar leitura de texto e obter respostas através do comando de voz. Tudo isso, sem tirar o iPhone do bolso.

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      Além disso, você não só pode responder mensagens de texto ou realizar chamadas, como também enviar desenhos, emoticons animados e até a pulsação do nosso corpo para nossos amigos. O relógio também conta com sistema de navegação (com a ajuda do GPS do smartphone) pelo serviço de mapas da Apple, controle do player musical, exibição de compromissos no calendário, controle de cartões e bilhetes do Passbook e compatibilidade com o Apple Pay.

      Também é possível controlar a Apple TV pelo relógio, assim como a câmera do iPhone, visualizar as fotos na pequena tela e enviar ordens para o smartphone pelo comando de voz no relógio. O Apple Watch possui também aspirações esportivas, com serviços de quantificação que trabalham em conjunto com o co-processador M8 do iPhone durante as diferentes atividades.

      Soma-se a tudo isso os aplicativos considerados padrão: alarmes, cotação da bolsa e, é claro, o relógio (que pode ser personalizado com várias interfaces). Todos esses recursos podem ser customizados pelos desenvolvedores, através da plataforma WatchKit.
      A Apple foi a última a chegar, mas oferece uma proposta muito sólida, sem falar no valor agregado de um iOS consolidado, com uma plataforma fiel de desenvolvedores.

      Android Wear

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      Dispositivos Android Wear. Da esquerda para a direita: LG Watch G Watch R, Motorola 360, Sony Smartwatch 3.

      A Google tem no Android Wear uma estratégia muito parecida com a feita no Android: criar uma plataforma ‘universal’, onde qualquer fabricante pode criar o seu relógio sem se preocupar muito com o software. Por enquanto, ASUS, LG, Motorola, Samsung e Sony são os seus parceiros, mas essa lista deve aumentar em 2015.

      Sua interface apresenta um sistema de fichas deslizáveis na vertical, que permite o salto de um aplicativo para o outro. O movimento na horizontal realiza a navegação nos diferentes menus. Alguns modelos começam a incorporar botões físicos para a navegação.

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      Motorola 360.

      O Android Wear aposta na informação contextual, tal como acontece hoje no Google Now. As notificações que chegam pelo smartphone podem ser respondidas pelo relógio com mensagens pré-definidas, mas ainda não há um modo de resposta em função do conteúdo. Obviamente, o Google Now está integrado, e pode ser usado o microfone incorporado do smartphone para realizar buscas ou comandos pelo relógio. Esse é um item que a Google ainda precisa melhorar um pouco no seu reconhecimento, já que tal item no smartphone funciona muito bem.

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      LG G Watch R.

      Os mapas estão presentes via Google Maps, oferecendo o serviço de navegação para mostrar as indicações na tela do relógio. Esse item também se relaciona com as atividades esportivas, mas de forma ainda tímida, permitindo apenas a contagem de passos e a informação da distância percorrida.
      A Google já liberou o SDK do Android Wear, e o tempo vai mostrar o seu crescimento. Por enquanto, temos algumas integrações de aplicativos do smartphone no relógio, através de notificações, além de demonstrações de apps para pedidos de produtos e serviços via delivery.

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      Sony Smartwatch 3

      Apesar de já ser a plataforma mais presente no mercado, ainda conta com algumas carências em relação a concorrência. Os próprios fabricantes confirmam que alguns dos seus modelos contam com sensores que ainda são incompatíveis com a atual versão do Android Wear. Tudo indica que até o final de 2014 teremos mais uma revisão, que deve trazer novas funções e melhorias.

      Tizen

      A Samsung segue um caminho próprio com o Tizen, e já tem algum tempo. O novo Gear S mostra todo o potencial da plataforma, onde o seu principal diferencial foi a sua independência em relação ao smartphone, com suporte para SIM cards para uma autônoma conectividade. Isso torna o sistema único para os esportistas e usuários casuais, que querem deixar o smartphone em casa.

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      Para o Tizen, a Samsung foi atrás de parceiros. O sistema de navegação é o Here (Nokia), além de uma parceria com a Nike para um aplicativo esportivo. Sem falar no aplicativo S Health, que tira proveito dos sensores presentes nos smartphones top de linha da empresa (acelerômetro, giroscópio, pulsômetro, etc).

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      Também temos as funções mais genéricas, como por exemplo as notificações do smartphone, previsão do tempo, cotação da bolsa, relógio, etc. O SDK já está disponível para os desenvolvedores, mas tudo indica que a principal base do Tizen está nos acordos já fechados com diferentes empresas e prestadoras de serviços.

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      Enquanto o Android Wear aposta na aparência comum a qualquer outro relógio, a Samsung quer que o Tizen esteja em produtos com designs diferenciados, para chamar a atenção primeiro por fora, para depois mostrar os benefícios de sua plataforma.

      Com isso fica cada vez mais difícil escolher sua plataforma favorita. Então eu te ajudarei com esta dificil tarefa. Clique aqui e escolha.

      Agora voltando a nossa discussão principal…
      Vale a pena comprar um Apple Watch no Brasil?

      Eu lhes digo que vale sim! Se você tiver um iPhone…

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      Isso porquê principal motivo para se comprar um Apple Watch, sem dúvida, é se você já tem um iPhone. O relógio da Apple foi feito justamente para ter a melhor integração possível ao smartphone da empresa da maçã. Porém, é importante lembrar que ele é compatível e funciona bem somente com iPhone 5 ou superior, e com o iOS 8.2 instalado.

      Outra razão que pode fazer com que o consumidor prefira o Apple Watch é o seu visual. O estilo de um aparelho que você vai vestir diariamente é fundamental. Portanto, a opção de se escolher entre vários modelos diferentes, com características parecidas e ótimo funcionamento, vale bastante.
      (Você pode verificar todas as combinações).

      Se você tem um Android, não opte pelo Apple Watch. Se tem um iPhone, porém, vale a pena investir no relógio. A integração entre eles promete ser bem interessante. Mas não sabemos ainda quanto ele deve custar no Brasil, o que também poderá influenciar muito nesta decisão. Caso a diferença não seja tão grande, será uma boa aquisição.



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