domingo, 26 de abril de 2015

Apple Watch no Brasil… Vale a pena?

Como já sabemos, a pré-venda do Apple Watch começou desde o dia 10 de abril. Hoje, dia 26, ele já está “disponível” em nove países. Austrália, Canadá, China, França, Alemanha, Hong Kong, Japão, Reino Unido e Estados Unidos.

Mas quando o produto chegará ao Brasil? E se vier? quanto custará?

Blog_Creondai_09Bom…
Como já é de se esperar, dada a nossa capacidade tecnológica, e prestígio internacional, poderíamos esperar este Apple Watch chegando no Brasil com um pequeno atraso…

Mas segundo fontes confiáveis do MacMagazine, o lançamento do Apple Watch no Brasil está previsto para julho. Como já sabemos que geralmente a Apple lança seus produtos em Sextas, basta aguardar TODAS as sextas feiras de Julho para podermos ter o Gadget mais querido do mundo em território tupiniquim. rs

Já sobre os preços, sente-se em um sofá e veja a tabela abaixo com preços estimados do relógio no Brasil conforme tais fontes (Não foram confirmados pela Apple).

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Se realmente tivermos estes níveis de preços, preparem-se para termos um aumento geral em tudo que se refere a esta tecnologia no País.

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(*) Considerando: 8,875% de imposto local de Nova York + dólar turismo a R$3,06 + IOF de 6,38% no cartão de crédito.
(**) Valores estimados para compras parceladas em até 12x. (Conforme fontes MacMagazine.)

Os valores finais já estão considerando as compras parceladas em até 12 vezes e a grande variação dos preços se deve às diferentes combinações de pulseira e smartwatch, que totalizarão 16 modelos.

Embora os preços sejam BEM altos, a Apple estaria vendendo bem no Brasil. Maior prova disso, ainda segundo a MacMagazine, é que a Apple planejaria abrir mais duas novas Apple Retail Stores no ano que vem, no Rio e São Paulo.

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Hoje temos no mercado uma verdadeira guerra corporativa entre a Samsung com seu Tizen e a Google com seu Android Wear disputando o amor de todos os consumidores no mundo. Como anteriormente aconteceu entre os smartphones, computadores, notebooks, placas de vídeo, mídias de armazenamento, agora também será possível acontecer também entre os gadgets vestíveis, ou atualmente Smartwatches. No entanto também temos um novo entrante na disputa. O Apple Watch da Apple.

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Apple

A Apple é a mais recente adição ao mercado de smartwatches, e apesar de fisicamente o relógio não cair no gosto de todos, sua plataforma é (aparentemente) muito completa.

Uma interface cheia de ‘bolhas’, que mostram todos os aplicativos instalados, que é controlada por uma coroa na lateral do relógio, ou pela tela sensível ao toque. A diferença de uso não é muito diferente entre um aplicativo e outro, e isso é importante para a experiência de uso. A Apple ainda não mostrou todo o potencial dessa interface. Por enquanto, sabemos que podemos receber notificações a partir do smartphone, responder mensagens, realizar leitura de texto e obter respostas através do comando de voz. Tudo isso, sem tirar o iPhone do bolso.

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Além disso, você não só pode responder mensagens de texto ou realizar chamadas, como também enviar desenhos, emoticons animados e até a pulsação do nosso corpo para nossos amigos. O relógio também conta com sistema de navegação (com a ajuda do GPS do smartphone) pelo serviço de mapas da Apple, controle do player musical, exibição de compromissos no calendário, controle de cartões e bilhetes do Passbook e compatibilidade com o Apple Pay.

Também é possível controlar a Apple TV pelo relógio, assim como a câmera do iPhone, visualizar as fotos na pequena tela e enviar ordens para o smartphone pelo comando de voz no relógio. O Apple Watch possui também aspirações esportivas, com serviços de quantificação que trabalham em conjunto com o co-processador M8 do iPhone durante as diferentes atividades.

Soma-se a tudo isso os aplicativos considerados padrão: alarmes, cotação da bolsa e, é claro, o relógio (que pode ser personalizado com várias interfaces). Todos esses recursos podem ser customizados pelos desenvolvedores, através da plataforma WatchKit.
A Apple foi a última a chegar, mas oferece uma proposta muito sólida, sem falar no valor agregado de um iOS consolidado, com uma plataforma fiel de desenvolvedores.

Android Wear

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Dispositivos Android Wear. Da esquerda para a direita: LG Watch G Watch R, Motorola 360, Sony Smartwatch 3.

A Google tem no Android Wear uma estratégia muito parecida com a feita no Android: criar uma plataforma ‘universal’, onde qualquer fabricante pode criar o seu relógio sem se preocupar muito com o software. Por enquanto, ASUS, LG, Motorola, Samsung e Sony são os seus parceiros, mas essa lista deve aumentar em 2015.

Sua interface apresenta um sistema de fichas deslizáveis na vertical, que permite o salto de um aplicativo para o outro. O movimento na horizontal realiza a navegação nos diferentes menus. Alguns modelos começam a incorporar botões físicos para a navegação.

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Motorola 360.

O Android Wear aposta na informação contextual, tal como acontece hoje no Google Now. As notificações que chegam pelo smartphone podem ser respondidas pelo relógio com mensagens pré-definidas, mas ainda não há um modo de resposta em função do conteúdo. Obviamente, o Google Now está integrado, e pode ser usado o microfone incorporado do smartphone para realizar buscas ou comandos pelo relógio. Esse é um item que a Google ainda precisa melhorar um pouco no seu reconhecimento, já que tal item no smartphone funciona muito bem.

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LG G Watch R.

Os mapas estão presentes via Google Maps, oferecendo o serviço de navegação para mostrar as indicações na tela do relógio. Esse item também se relaciona com as atividades esportivas, mas de forma ainda tímida, permitindo apenas a contagem de passos e a informação da distância percorrida.
A Google já liberou o SDK do Android Wear, e o tempo vai mostrar o seu crescimento. Por enquanto, temos algumas integrações de aplicativos do smartphone no relógio, através de notificações, além de demonstrações de apps para pedidos de produtos e serviços via delivery.

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Sony Smartwatch 3

Apesar de já ser a plataforma mais presente no mercado, ainda conta com algumas carências em relação a concorrência. Os próprios fabricantes confirmam que alguns dos seus modelos contam com sensores que ainda são incompatíveis com a atual versão do Android Wear. Tudo indica que até o final de 2014 teremos mais uma revisão, que deve trazer novas funções e melhorias.

Tizen

A Samsung segue um caminho próprio com o Tizen, e já tem algum tempo. O novo Gear S mostra todo o potencial da plataforma, onde o seu principal diferencial foi a sua independência em relação ao smartphone, com suporte para SIM cards para uma autônoma conectividade. Isso torna o sistema único para os esportistas e usuários casuais, que querem deixar o smartphone em casa.

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Para o Tizen, a Samsung foi atrás de parceiros. O sistema de navegação é o Here (Nokia), além de uma parceria com a Nike para um aplicativo esportivo. Sem falar no aplicativo S Health, que tira proveito dos sensores presentes nos smartphones top de linha da empresa (acelerômetro, giroscópio, pulsômetro, etc).

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Também temos as funções mais genéricas, como por exemplo as notificações do smartphone, previsão do tempo, cotação da bolsa, relógio, etc. O SDK já está disponível para os desenvolvedores, mas tudo indica que a principal base do Tizen está nos acordos já fechados com diferentes empresas e prestadoras de serviços.

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Enquanto o Android Wear aposta na aparência comum a qualquer outro relógio, a Samsung quer que o Tizen esteja em produtos com designs diferenciados, para chamar a atenção primeiro por fora, para depois mostrar os benefícios de sua plataforma.

Com isso fica cada vez mais difícil escolher sua plataforma favorita. Então eu te ajudarei com esta dificil tarefa. Clique aqui e escolha.

Agora voltando a nossa discussão principal…
Vale a pena comprar um Apple Watch no Brasil?

Eu lhes digo que vale sim! Se você tiver um iPhone…

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Isso porquê principal motivo para se comprar um Apple Watch, sem dúvida, é se você já tem um iPhone. O relógio da Apple foi feito justamente para ter a melhor integração possível ao smartphone da empresa da maçã. Porém, é importante lembrar que ele é compatível e funciona bem somente com iPhone 5 ou superior, e com o iOS 8.2 instalado.

Outra razão que pode fazer com que o consumidor prefira o Apple Watch é o seu visual. O estilo de um aparelho que você vai vestir diariamente é fundamental. Portanto, a opção de se escolher entre vários modelos diferentes, com características parecidas e ótimo funcionamento, vale bastante.
(Você pode verificar todas as combinações).

Se você tem um Android, não opte pelo Apple Watch. Se tem um iPhone, porém, vale a pena investir no relógio. A integração entre eles promete ser bem interessante. Mas não sabemos ainda quanto ele deve custar no Brasil, o que também poderá influenciar muito nesta decisão. Caso a diferença não seja tão grande, será uma boa aquisição.



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